Mostrando postagens com marcador esgoto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador esgoto. Mostrar todas as postagens

29 de ago. de 2009

Uma manhã cheia de surpresas

A manhã de hoje superou minhas expectativas de trabalho. Conheci pessoas incríveis, com histórias de vida surpreendentes e com muitas lições a nos ensinar. Ouvi muito e de tudo. Moradores com problemas que nem passam minha cabeça, pois vivo em outra realidade. Ao ver uma família que convive diariamente com esgoto a céu aberto em seu quintal fiquei com vergonha. Não posso reclamar de nada.
Relatos inspiradores também fizeram parte da tarefa de hoje. Vieram de pessoas que superaram dificuldades econômicas com muito esforço e criatividade, sempre em busca de uma vida melhor para suas famílias.
Em breve, essas e outros relatos estarão nas páginas do Enfoque. Bom trabalho a todos!

19 de jun. de 2009

Falta água na Rua 23

Com o andamento dos trabalhos de edição do Enfoque, adianto um dos assuntos que estarão no próximo jornal. Eu e Priscila estivemos conversando com moradores da Rua 23, que não têm serviço de água e esgoto.



Na foto, anoto as queixas de Daniel Almeida sobre a falta de água. Ele também reclama de ter que tomar banho frio no inverno. Durante a realização da matéria tentamos buscar uma resposta sobre o que nos foi relatado. Confiram o resultado na próxima edição.

30 de mar. de 2009

Política de boa-vizinhança

Conversando com os moradores da Brás, descobrimos que muita coisa ainda precisa ser feita para aquelas pessoas. Investimento na área da saúde, esporte, educação, segurança, enfim, são algumas das áreas que ainda carecem de atenção por parte do poder público.

Mesmo assim, existem conquistas a serem comemoradas por aquelas bandas. Uma delas é a concretização do calçamento de quase todas as ruas do bairro (assunto que será apresentado na matéria feita colega Daiane da Rosa, para o primeiro Enfoque de 2009).

Dona Tereza, moradora da Rua 13, explicou que, antes da instalação das bocas-de-lobo, a água da chuva se acumulava, deixando os moradores daquela área ilhados. “Cada vez que chovia, formava aquelas ‘panelas’ e a gente tinha que ficar desviando”, comentou.

“Agora a rua está ficando boa, não temos do que nos queixar”, completou Tereza. É verdade Dona Tereza, nesse sentido, você e seus vizinhos não têm do que se queixar. Contudo, essa iniciativa não seria mais do que uma obrigação dos governantes?

Muitas vezes, confundimos ‘boa ação’ com ‘obrigação’. Ou seja, muito mais do que fazer um favor, o Estado tem a obrigação de oferecer uma estrutura mínima necessária para os moradores locais. Afinal, os impostos estão aí para isso...

10 de mar. de 2009

Tentando melhorar



Quando falamos em VILA, o senso comum nos traz à mente a imagem de um local pobre e perigoso, com casebres amontoados e uma infinidade de problemas.
Sei que assim também é o visual e a realidade de muitas áreas da Brás, principalmente nas ruas finais, a partir da 23. Justamente por isso, me chamou atenção de forma particular uma residência muito bem cuidada na rua 23, número 295.

Na referida rua, mais parecida com um beco, o calçamento ainda não chegou e a maioria das casas confirma a imagem a que faço menção no início do post. Entretanto, o cuidado do morador com sua casa pré-fabricada chama atenção em meio a casas de estado, na maioria, deplorável. É possível, inclusive, visualizarmos abaixo da janela da frente um aparelho de ar condicionado.
É o luxo na rua 23, bem em frente a residências onde nem o esgoto chega, ainda.